Homem com tablet administrando o agronegócio

O agronegócio é cada vez mais tecnológico!

O Agro é tech, diz o famoso um slogan publicitário, fazendo referência ao fato de que, nos últimos anos, a agricultura foi capaz de incorporar as inúmeras transformações tecnológicas disponíveis e hoje se tornou um símbolo de modernidade e de eficiência.

De fato, as mesmas inovações que nos trouxeram a Internet e os progressos na medicina estão revolucionando não só os níveis de produtividade, mas também a forma de gestão do agronegócio. Robôs fazem as colheitas, drones supervisionam as plantações, satélites ajudam a conduzir tratores, sistemas automatizam a administração dos recursos humanos…

É mesmo caso para dizer que estamos vivendo em uma nova era, a da Agricultura 4.0, que será cada vez mais importante para alimentar uma população global que em 2050 terá atingido a marca de quase 10 bilhões de pessoas. Neste post, te mostramos algumas das principais tecnologias presentes no campo e como elas podem inclusive ser fortes aliadas para a sustentabilidade.

Boa leitura!

Os satélites

Melhorar a precisão da previsão do tempo é apenas uma das aplicações que os satélites trazem para a agricultura. No campo, essa tecnologia está sendo usada ​​para tarefas muito variadas – como, por exemplo, o monitoramento da qualidade do solo.

Com satélites, os agricultores obtêm informações precisas sobre a saúde de suas culturas. Isso porque plantas saudáveis ​​absorvem a luz para a fotossíntese e refletem o infravermelho. Assim, observando um campo com câmeras visíveis e infravermelhas, esses aparelhos podem fornecer semanalmente – ou mesmo diariamente – informações sobre o estado real das colheitas. Com tais dados, é possível garantir que fertilizantes e outros tratamentos sejam aplicados apenas onde forem estritamente necessários. Menos desperdício, mais rentabilidade – o meio ambiente agradece, e o bolso do produtor também.

Além disso, veículos agrícolas autônomos podem ser controlados com precisão para seguir caminhos definidos usando sistemas de navegação global por satélite. Com isso, garante-se que nenhuma secção do campo seja perdida ao arar ou semear. Isso ajuda a evitar muita compactação do solo, o que causa rendimentos mais baixos, e significa que menos sementes são desperdiçados, tornando o negócio mais sustentável.

Da Internet das Coisas à Internet das Coisas Vivas

A chamada “Internet das Coisas” (ou “IoT”, “Internet of Things”, em inglês) baseia-se na interconexão, via Internet, de aparelhos, objetos do cotidiano e até edifícios, que passam a ser capazes de trocar dados entre si. Como essa tecnologia pode ser usada na agricultura? Por exemplo, na identificação da real necessidade de irrigação.

A demanda por água nas culturas agrícolas é um aspecto básico do manejo da produção. Quando aplicada em quantidade adequada e no momento mais propício, a produtividade da lavoura aumenta. Assim, é oportuno saber em quais áreas do cultivo a água é mais necessária, qual a melhor hora para fornecê-la e em que volume. A IoT dá a resposta. Como? Por meio de sensores estrategicamente instalados no solo que informam a uma central de comando a necessidade de aguar e de parar de aguar. À distância, pela internet, o sistema de irrigação é ativado e desativado, apenas para área que necessita, poupando energia e recursos.

Especialistas projetam que o futuro dessa tecnologia será uma “Internet das Coisas Vivas”. Esses sensores avançados serão disseminados por toda a propriedade, das lavouras aos cursos de água. Os tratores virão equipados com sistemas de Machine Learning, dispositivos de identificação de genoma e painéis de dados que terão a capacidade de detectar e responder ao meio ambiente de maneira a maximizar a produção e minimizar impactos negativos.

Robôs

Robôs estão sendo usados para diversas tarefas no campo, da ordenha de vacas às colheitas.

Por exemplo, em 2019, uma startup da Plymouth University apresentou um robô capaz de colher por dia cerca de 25.000 frutos silvestres, como as framboesas, o que representa 10.000 unidades a mais do que um humano em um turno de oito horas. As framboesas eram particularmente desafiadoras para a colheita por máquinas, uma vez que os robôs precisam identificar frutas maduras e manusear as bagas macias sem danificá-las. A empresa irá arrendar os robôs para os agricultores a uma taxa que reduzirá o encargo com trabalhadores.

Também no ano passado, a empresa suíça Ecorobotix conseguiu financiamento para desenvolver um “robô capinador”. O protótipo é alimentado inteiramente pela luz do sol, pode trabalhar 12 horas por dia, o que representaria uma redução do uso de herbicidas em 90%.

Gestão automatizada

Há inúmeros sistemas que ajudam a automatizar e a gerir o agronegócio de maneira muito mais profissional e lucrativa.

Imagine comandar uma fazenda com milhares de hectares. Dos funcionários à logística de transporte e escoamento da produção, o manejo é extremamente complexo. Como a tecnologia ajuda? O ERP ou, em português, “Sistema de Gestão Integrado” é uma tecnologia que possibilita ao gestor a melhorar os processos internos, por meio da simples integração de atividades de diferentes setores – produção, finanças e recursos humanos.

Dividido em módulos para cada setor e voltado para tarefas específicas, o software garante o controle operacional de todas as atividades agrícolas. Com a centralização das rotinas e das informações em uma plataforma única, o fluxo de todos os dados fica na palma da mão – figurativamente e também literalmente, uma vez que podem ser acessados a partir de um tablet ou de um smartphone.

No setor de vendas, por exemplo, painéis intuitivos permitem o acompanhamento do que foi produzido e do que já foi vendido, com a exibição de preços em várias moedas e quantidades. Na controladoria, é possível automatizar o controle da qualidade de lotes de grãos, de acordo com critérios e com uma classificação personalizada.

Usar a informação em favor dos negócios é outra estratégia indispensável, que pode ser colocada em prática por meio de sistemas automatizados. Os KPI (ferramentas para análise de indicadores de desempenho) ajudam a aferir o grau de produtividade dos negócios.  Por exemplo, eles ajudam a identificar pontos de ociosidade e prever quebras de maquinários e equipamentos, além de identificar desperdícios e alocação de despesas desnecessárias.

E cada vez mais é essencial buscar melhorias em todas áreas. Se você que injetar tecnologia no seu agronegócio e assistir aos resultados da revolução 4.0, entre em contato conosco. A PD Sistemas tem soluções que vão mudar a maneira como você gere a sua propriedade.

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Até o próximo post!

PD Sistemas – Gestão de Resultados 

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