Caminhão fazendo frete

Frete: os fatores que oneram o resultado das transportadoras

Segundo um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral, em 2018, os custos logísticos representaram cerca de 12,37% do faturamento bruto das empresas brasileiras. Destes, 63,5% correspondem apenas aos custos relacionados ao transporte, o que representa a quase dois terços do total.

Essa pesquisa envolveu 130 empresas, cujo faturamento equivalia a 15,4% do PIB de 2017 divulgado pelo IBGE. O número divulgado – 12,37% – representa um aumento de cerca de 2,5% em oito anos. Segundo a Fundação, fatores como transporte de longa distância, distribuição urbana, seguros, burocracia e investimentos em rastreamento e segurança de veículos e cargas são os maiores contribuintes para esse aumento significativo dos custos logísticos.

Entender os diversos fatores que influenciam os custos relacionados ao transporte é algo importantíssimo para a gestão – não só para as empresas que contratam as transportadoras, mas também para aquelas que se dedicam a prestar serviços de frete. Aliás, podemos até dizer que esse é o primeiro passo para estabelecer preços justos e reduzir despesas de modo eficiente, sem comprometer a qualidade dos serviços prestados.

No post de hoje, ajudamos você a entender em detalhe os fatores que oneram os resultados das transportadoras e como fazer uma boa gestão de custos logísticos usando a tecnologia como sua aliada. Então, vem com a gente aprender mais!

Gastos fixos vs. gastos variáveis

Podemos iniciar por categorizar os custos de uma transportadora em dois tipos: os gastos fixos e os gastos variáveis.

Vejamos a diferença.

Gastos fixos

São custos que não se alteram em um curto período de tempo, que incidem mesmo quando a empresa não opera e que não variam conforme o volume de serviços prestados em um dado período – ou seja, os boletos chegam independentemente do deslocamento da frota ou não.

Como exemplos desse tipo de custos, temos o salário de funcionários dos vários setores (de vendas, administrativo, RH e comercial), outros gastos trabalhistas, aluguel de escritório, água e luz, tributos (por exemplo, IPVA), licenciamentos, seguros, depreciação dos veículos etc.

Gastos variáveis

Os custos variáveis são aqueles que mudam conforme o volume de operações das empresas, ou seja, são diretamente proporcionais à quilometragem rodada pelos veículos.

Vejamos esses gastos variáveis nesta lista mais detalhada:

– Custos com combustível, óleo e outros lubrificantes;
– Custos com troca de peças (quando mais rodagem, mais elas se desgastam e precisam ser trocadas);
– Custos com pneus, seja com a compra de um novo ou a sua recapagem;
– Custos com pedágio;
– Custos com consertos dos veículos avariados;
– Custos com manutenção, seja ela preventiva ou preditiva;
– Custos de cubagem: quando as mercadorias de baixo peso lotam o caminhão antes de atingir o limite máximo;
– Custos com reentrega, conforme previsto em contrato, que acontece quando o destinatário não pode receber a carga na primeira tentativa de entrega;
– Quando o caminhão fica parado por mais tempo do que o esperado, há o custo de estadia do veículo;
– Eventuais horas extras de funcionários, tanto os do administrativo quanto motoristas e entregadores.

Gastos relacionados ao valor

Podemos também falar de gastos relacionados ao valor, ou seja, aquelas despesas muitas vezes imprevisíveis, mas que também devem ser levados em consideração.

Essas despesas podem ser divididas em dois grupos:

– Despesas com o gerenciamento de risco de roubos:

São gastos relacionados à segurança das mercadorias e despesas com escoltas e bilhetagem. Estes incorrem principalmente quando o valor da carga é elevado ou, por exemplo, quando ela é sigilosa e, por isso, mais visada (provas de concurso, documentos etc.).

– Risco de acidentes e de perdas:

São gastos com parte do valor do seguro, segurança interna, indenização de extravios (incluindo em caso de roubo) e riscos não cobertos pelo seguro da transportadora.

Gastos com armazenagem

Quando a empresa precisa armazenar as cargas, isso logicamente gera custos. Por exemplo, quando a carga faz uma conexão na rota da transportadora ou quando não consegue ser entregue em uma primeira tentativa, ela deve permanecer guardada em algum lugar até a entrega definitiva.

Tais gastos estão tanto relacionados ao aluguel de galpões, quanto à mão de obra e à manutenção das instalações e dos equipamentos utilizados (computadores e sistemas).

Gastos com embalagens

As embalagens são algo fundamental para o transporte, garantindo a segurança da carga e otimizando o espaço dentro do veículo. Muitas vezes, são as próprias transportadoras que fornecem esse tipo de material, gerando custos que devem obviamente ser considerados.

Esses custos variam de acordo com tipo de item transportado. Por exemplo, um produto perecível precisa de acondicionamento diferenciado; uma carga frágil precisa ser muitas vezes embrulhada em materiais adequados para que chegue íntegra ao seu destino.

Sênior Logística: como a tecnologia ajuda a reduzir custos

Conhecidas todas estas variáveis, não é difícil entender por que o custo dos transportes é tão elevado e se destaca tanto no setor logístico. Uma excelente forma de reduzir tais custos é investindo em tecnologia.

Tomemos três dos fatores que mais oneram o resultado financeiro das transportadoras: os gastos com pneu, gastos com manutenção de veículo e gastos com combustível. Com o sistema Sênior Logística, você gerencia detalhadamente todos esses gastos e visualiza aonde está indo o seu dinheiro.

Vejamos como isso acontece:

O gerenciamento dinâmico de pneus é um dos grandes benefícios do Sênior Logística.

Com uma interface intuitiva e fácil de manipular, o gestor tem à sua disposição informações chave para a tomada de decisão: rodízio de pneus, depreciação de pneus, controle de custos, rateio, vinculação de pneus a veículos, necessidade de recape. Isso evita, por exemplo, que um veículo rode mais do que é recomendado com um pneu que já não oferece condições de segurança adequadas. Quando for a hora certa de trocar, o sistema emitirá o alerta, evitando acidentes e custos em cascata.

– Na área da manutenção, o Sênior Logística gera estatísticas de ordens de serviço, histórico de serviços e peças instaladas. Além disso, o sistema gera alertas da necessidade de revisões preventivas. Assim, você não é pego de surpresa e nem precisa de se preocupar com quando um veículo deve ir para a oficina.

– Com o Controle de Abastecimento do Sênior Logística, a empresa passa a ter uma gestão racional do abastecimento dos veículos – informações como médias de consumo, veículos  que consomem mais e saldo a ser abastecido para cada veículo ajudam a ter o negócio sob controle, evitando fraudes e identificando abusos e usos indevidos.

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